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SERJAL busca solução para problema de estacionamento no Fórum de Maceió

Imagine um prédio por onde circulam, diariamente, cerca de duas mil pessoas, entre magistrados, servidores e jurisdicionados, e não ter onde estacionar os carros... Um transtorno constante, principalmente para quem precisa estar todos os dias no local de trabalho. Essa é a realidade de quem frequenta diariamente o Fórum de Maceió, localizado no bairro do Barro Duro.

No prédio onde funcionam 39 Varas e mais cerca de 10 setores adjacentes da Justiça, entre eles a Defensoria Pública, a falta de local para estacionar é um problema de difícil solução. São apenas 160 vagas de estacionamento, contando com espaços externos - onde os veículos ficam vulneráveis e muitas vezes são avariados. Só de servidores, calculam-se mais de 300 veículos, sem contar o fluxo diário de visitantes (jurisdicionados, viaturas, imprensa), que supera a média de 1.500 pessoas por dia, segundo a diretoria do Forum.

Com essa preocupação, reforçada por diversas queixas dos servidores que ali trabalham, o presidente do SERJAL, Aluciano Martins, se reuniu, na tarde desta quarta-feira (25), com o diretor superintendente do Fórum, juiz Emanuel Dória, em busca de soluções viáveis para o problema.

Entre as medidas discutidas, uma delas é conversar com a superintendência a SMTT para avaliar, como paliativo, a possibilidade de marcar uma faixa de estacionamento no entorno do prédio, exclusiva para os servidores do Fórum, como foi feito no entorno do Tribunal de Justiça, no Centro de Maceió, enquanto se estuda uma solução de engenharia mais definitiva para abrir novas vagas de estacionamento.

De acordo com o juiz Emanuel Dória a situação afeta a todos: Juízes, servidores e jurisdicionados. Depois de preenchidas as poucas vagas, ninguém mais consegue estacionar, nem mesmo no entorno do prédio e ruas adjacentes. Ele destacou a importância da ação do SERJAL e se prontificou a unir forças em busca de uma solução para o problema. “Seria de uma utilidade incalculável, inclusive para a qualidade do trabalho e para os visitantes”, concluiu ele.

O presidente do SERJAL disse que vai buscar o apoio de outras entidades, como a Associação dos Magistrados, e tentar junto ao TJ e até mesmo envolvendo, se for preciso, o governo do Estado, para avaliar a possibilidade de desapropriação de algumas áreas ao redor, para transformar em estacionamento do Judiciário.

“Não existe mágica para resolver esse problema a curto prazo. É necessário um esforço coletivo na busca por solução, logicamente tendo o próprio TJ como protagonista dessa ação para que se busque a curto prazo minimizar os transtornos, enquanto se pensa numa solução. É um problema que tem afetado os servidores e jamais nos furtaremos a defender os interesses dos nossos representados onde quer que seja. É esse o nosso papel; é essa a nossa missão", destaca Aluciano Martins.